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Brasileiros recebem prêmio em Feira Internacional de Ciências e Engenharia
Denílson Freitas, de Vitória na Conquista (BA) e Victor Paolillo Neto, de São Carlos (SP), ficaram com os 3º e 4º lugares respectivamente, ambos na categoria Ciências do Meio Ambiente, no prêmio oficial da Intel. Freitas ganhou uma bolsa de estudos no valor de US$ 1 mil, com um projeto de dessalinizador solar, e Neto de US$ 500, com o projeto que analisa a água em represas e nascentes em regiões rurais do Sudeste brasileiro. “Estar aqui não é sorte. É trabalhar muito e acreditar muito. Não tenho palavras nesse momento para expressar o que estou sentindo”, desabafou Freitas, em entrevista exclusiva ao portal Aprendiz, logo após receber o prêmio. “É indescritível subir no palco para receber o prêmio. Tudo o que eu quero agora é trabalhar mais e mais para fazer meu projeto evoluir“, disse Neto. Numa outra cerimônia que aconteceu ontem à noite, Freitas, que está em sua terceira participação na feira, recebeu também um prêmio da Associação de Marcas e Patentes dos Estados Unidos. Ja Pitter Oliveira, Cleiton Soares e Gleberson Souza ganharam, com o projeto Maquinas de Lavar Transformadas em Sovadores de Pão, a quanta de US$ 1 mil da Aliança Nacional de Inventores e Inovadores dos EUA. A feira, que contou com 1.500 jovens de 59 paises, deu US$ 4 milhões em bolsas de estudo para os quatro primeiros colocados, além de uma série de prêmios especiais. Na colocação geral da feira, três jovens, uma japonesa e as outras duas americanas, dividiram o primeiro lugar e como prêmio receberam US$ 50 mil em bolsas de estudo cada. Os três projetos ganhadores foram nas categorias: Química, Ciência do Meio Ambiente e Matemática. “Não tenho dúvidas de que os ganhadores vão fazer projetos incríveis que contribuirão muito para transformar o mundo. Todos aqui são ganhadores ao representar suas escolas, suas cidades e seus paises“, disse a presidente da Intel Foundation Brenda Mussili, durante a cerimônia. De acordo com Brenda, essa feira é uma das ações mais importantes da Intel, que investe anualmente US$ 100 milhões em projetos de educação. “O papel de cada um aqui é inspirar outras pessoas e levar para frente todos esses projetos. É uma responsabilidade enorme, porque é isso que vai inspirar a inovação para o desenvolvimento mundial”, explicou ao dizer que a cada ano a qualidade dos projetos apresentados aumenta ainda mais. leia também
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