Portal Aprendiz - Empreendedorismo: o jovem criativo e inovador

Content on this page requires a newer version of Adobe Flash Player.

Get Adobe Flash player

anteriores voltar

Congressos e Seminários

30 de Abril de 2008

anteriores

Empreendedorismo: o jovem criativo e inovador

Carolina Gabardo Belo

Uma das discussões relacionadas ao trabalho foi a importância do empreendedorismo juvenil. O coordenador da área de empreendedorismo juvenil do Ministério do Trabalho, Alisson Araújo, conversou com a equipe da cobertura jovem:

Como você define empreendedorismo?

Bem, não existe definição concreta para empreendedorismo, cada um tem um termo específico para ser empreendedor. Mas a pessoa empreendedora tem que ser inovadora, criativa e persistente no que está buscando. Eu acredito muito nisso. O jovem tem que ser muito criativo, astuto, audacioso, não pensar no agora, mas no futuro dele. O empreendedor trabalha com que gosta e gosta do que faz.

No que o empreendedorismo contribui para os jovens?

Tem dois pólos que o empreendedorismo pode ajudar: um deles acontece nos estados onde a inserção no trabalho é difícil ou onde existe o preconceito com o jovem que mora na favela. Como as ONGs, na maioria das vezes, atuam com jovens da periferia, a gente verifica depoimentos como de uma mãe que disse que, graças ao projeto do surf que acontece lá, a filha dela conseguiu um emprego. Se não fosse isso, a jovem estaria desempregada.

Você acha importante discutir o empreendedorismo na Conferência Nacional da Juventude?

É fundamental! Ontem nós já debatemos no grupo de trabalho e uma das propostas do grupo fala sobre o empreendedorismo. O Brasil é um país muito empreendedor e a gente tem que investir sim, não ficar dependente somente de empresas privadas e do serviço público, mas sim para que a gente possa desenvolver.

Como funciona o setor de empreendedorismo no Ministério do Trabalho?

Nós firmamos convênios com organizações sociais para que a gente possa trabalhar o perfil empreendedor dos jovens, a qualificação em empreendedorismo e a auto-gestão de algum negócio. As organizações já têm alguma experiência de fundo de quintal ou uma fabriqueta de confecção, ou skate, prancha de surf. A gente vê que há uma demanda para isso e cria um empreendimento para que esses jovens possam criar seu próprio negócio.

Vocês estão em contato com quantas organizações?

Nós temos oito convênios, que já firmaram e já acabaram. Em atuação são três ou quatro. Em São Paulo, Florianópolis, Rio de Janeiro e Acre.




leia também

- Jovens promovem cobertura da Conferência Nacional de Juventude
- É preciso quebrar estereótipos para construir políticas públicas para juventude
- Jovens comunicadores realizam encontro antes da Conferência Nacional
- Liberdade de Imprensa versus Controle Público
- Juventude negra em debate
- Educação é o tema com maior número de propostas na Conferência Nacional da Juventude
- Antes da luta deve existir o preparo
- Plenária final e a apresentação das 22 prioridades em políticas públicas
- Participantes da Conferência Nacional de Juventude formam grupo e vão à Câmara

voltartopo